Uma nova variante do vírus Influenza A (H3N2), popularmente chamada de “super gripe”, tem gerado alerta entre autoridades de saúde desde a confirmação do primeiro caso no Brasil, no último dia 12 de dezembro.
Classificada como subclado K (J.2.4.1), a mutação motivou um comunicado de atenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) por causa do avanço da doença em outros países.
De acordo com especialistas, a infecção tem apresentado sintomas mais prolongados, que demoram a regredir mesmo com o uso de medicamentos. Crianças, idosos e pessoas com comorbidades formam o grupo mais vulnerável, com maior risco de agravamento e necessidade de internação.
Embora o único registro confirmado no país até o momento tenha ocorrido no estado do Pará, autoridades de saúde avaliam que o vírus pode se espalhar com mais facilidade durante o verão. O aumento da circulação de pessoas em razão das férias, festas populares e atividades em praias é apontado como um fator de risco para a disseminação.




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